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É a vida imitando a arte

É a vida imitando a arte

Os cyborgs são realidade e existe até uma fundação especializada neles

288673_Papel-de-Parede-Filme-Robocop_1920x1080Hoje, 21/02/2014, o personagem Robocop volta aos cinemas com uma história totalmente nova. Está sendo considerado um reboot da série de filmes que fez sucesso nos anos 80. Mais de 20 anos depois do seu lançamento, o filme ainda faz parte de uma compreensão de futuro em que há a união de elementos tecnológicos em um corpo orgânico. Mas será que isso se trata do futuro ou já estamos entre cyborgs?

Assista o trailer da nova versão de Robocop aqui.

Como resposta, Neil Harbisson é o cara (é dele a palestra que abre esse post). Ele é a primeira pessoa a ser reconhecida por um estado (Reino Unido) como um cyborg. Neil vê o mundo em p&b. Não sabia, portanto, o que eram as cores, afinal, nasceu assim. O que o torna um cyborg é um dispositivo localizado em sua cabeça. Chamado Eyeborg, o dispositivo torna as cores audíveis, transformando-nas em ondas sonoras. Desde que o dispositivo foi instalado em sua cabeça, Neil “enxerga” cores pela audição. O nível de sinergia entre a percepção sensorial de seu organismo e o organismo externo implantado nele é tal, que Neil começou a sonhar em cores.

neil_harbissonNeil é um dos fundadores da Cyborg Foundation uma fundação que promove pesquisas, projetos e criações na área de desenvolvimento de tecnologias e dispositivos que possam ser aplicados em corpos humanos. O conceito da Cyborg Foundation, diferentemente de algumas vertentes da medicina, é criar soluções não apenas de recuperação do corpo humano (como um marca-passo, uma prótese para um membro amputado ou lentes de contato), mas também soluções sensoriais, que possibilitem melhorias que vão além da condição humana.

David Eagleman é um outro figura que acredita que o homem possa ter novas maneiras de perceber o mundo. David é um neurocientista e sua teoria apresenta um cérebro que, no futuro, poderá receber estímulos sensoriais por meio de aparelhos que estarão conectados ao corpo do indivíduo. Essa nova tecnologia possibilitaria por exemplo a instalação de um disco rígido, para melhora a memória, ou de algum dispositivo que viabilizasse a visão ultra-violeta, por exemplo.

Conheça um pouco mais da teoria de Eagleman aqui.

Seja divertindo, nos cinemas, ou alimentando o desejo de um futuro sem limitações tecnológicas, na realidade, os cyborgs mexem com o imaginário humano, sendo fonte de inspiração em campos distintos da sociedade. Sendo assim, veja alguns filmes como “Robocop”(1987) e “Eu, robô”(2004), ou se preferir o livro “Cyborg – Evolution of the Superman”(1965).

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