Monthly Archives: abril 2015

Agricultura Urbana

A horta e a crise. Vamos plantar?

*Por Fernanda Amarante

Plantações na beira da estrada. Hortas de ervas e couve e grandes laranjeiras em tudo quanto é quintal ou jardim me despertaram a curiosidade numa viagem recente à Portugal. A impressão que tive foi a de que todo e qualquer pedaço de terra era aproveitado para o plantio, seja de couve, laranja ou de ervas. Vi também muitas lojas de sementes e muitas mudas à venda. Vi pequenas roças até em barrancos embaixo de viadutos e posso jurar que até em um canteiro central de uma via pública vi uns belos pés de couve.

Engana-se quem pensa que por trás desse movimento está somente o desejo de produzir com as próprias mãos alimentos orgânicos (sem agrotóxicos). Trata-se de algo muito maior, de se fazer economia, gastar menos no supermercado e na feira, e ainda de se ter uma renda extra vendendo esses produtos plantados no quintal e ajudar no orçamento doméstico.

O desenfreado crescimento da população mundial mudou radicalmente a agricultura que, para alimentar essa enorme quantidade de pessoas, foi se transformando num setor industrializado. O que temos agora no campo são monoculturas, pouca biodiversidade, e grande parte da comida é literalmente desenvolvida em laboratório. Nesse cenário, a agricultura urbana surge como uma  proposta bastante interessante,  que pode, além de trazer mais verde pras cidades, gerar trabalho, renda, alimento, integrar melhorar a população, conscientizar as pessoas sobre a própria alimentação, e por aí vai. Só se tem a ganhar.

 Hortas Comunitárias

Já há alguns anos as hortas comunitárias são tendência nos Estados Unidos, particularmente em Nova Iorque, com sua imensidão de concreto, que faz com que seus moradores tentem cada vez mais procurar uma forma de se conectar com o verde e serem mais saudáveis. Lá já são mais de 500 hortas, que ocupam telhados, coberturas, minúsculas praças e lotes. Mas poucos sabem que a iniciativa não é nada hipster nem nova. Na Primeira e na Segunda Guerras, o governo americano incentivou a população à agricultura, e no auge da Segunda Guerra Mundial, 40% dos vegetais consumidos no país foram plantados nos Victory Gardens, os jardins de guerra plantados em áreas particulares ou em lotes públicos em todo o país. Em Londres, jardins eram criados em locais bombardeados.

A ideia é muito simples: grupos de indivíduos se reúnem para fazer melhor uso de lotes baldios com a autorização dos proprietários e da prefeitura, tratar a terra e criar pequenas lavouras. Existem também os bancos de sementes, criados como uma forma de garantir a sobrevivência de sementes nativas e garantir uma maior biodiversidade, e que, produzindo suas próprias sementes,  se tornam independentes das indústrias sementeiras. Muitas hortas comunitárias têm seus próprios bancos de sementes ou trabalham com um.

No Brasil, já podemos contar com alguns programas do governo e já temos até ONGs cuidando de plantações nas cidades, como a Cidades Sem Fome, que identifica lotes vazios e fecha contratos de comodato com os proprietários, permitindo à comunidade cuidar daquele terreno. Depois de plantar e colher, as hortaliças são distribuídas entre os participantes e o excedente é vendido.

Plantações no jardim de casa

Desde que me entendo por gente, meu pai sempre gostou de plantar alguma coisa. O fato de morarmos numa casa com quintal ajuda, mas até nas jardineiras ele já plantou. Já tivemos couve, tomate, rabanete, cenoura, maracujá e por aí vai… Num espaço mínimo aqui na sede da Über Trends, temos duas bananeiras (Silvinha e Regininha), um pé de feijão, um pé de quiabo e um pé de milho, todos em vasos.

Plantar é algo muito simples, tanto que uma das primeiras atividades de ciências de uma criança em idade escolar é plantar um pé de feijão. E apesar de muitas pessoas não serem capazes de manter um simples vaso de violetas, a receita para uma pequena horta em casa é simples, não precisa de dedo verde. Terra, adubo, água na medida certa e cuidado. O cuidado, esse sim, é o mais importante. E para quem quer, hoje não falta informação. Vamos dar uma chance pra essa ideia verde? É tendência por que é bacana.

Fontes

http://come-se.blogspot.com.br/
http://www.lacucinetta.com.br/
https://sidewalksprouts.wordpress.com
http://www.futurefarmers.com/

10 motivos para você fazer o curso Einstein no Terceiro Milênio

Estão abertas as matrículas para a segunda rodada do curso Einstein no Terceiro Milênio (E3M), no Ano Internacional da Luz.

Listamos 10 motivos pra você não ficar de fora dessa:

Ano da Luz na Über

Matrículas Abertas para a 2a rodada de cursos de física do Ano Internacional da Luz

1) Você fará um curso exclusivo e de alto nível: Em ambiente de conforto, o curso E3M reúne um pequeno grupo de pessoas de nível superior de qualquer área do conhecimento, para junto a professores doutores em física de diferentes universidades de renome mundial, estudar e discutir os fatos mais relevantes da Ciência e Tecnologia da contemporaneidade;

 

2) A física moderna é pouco ensinada: Vivemos no século XXI, mas a física geralmente ensinada ainda é a clássica, desenvolvida até o final do século XIX. Isso se aplica inclusive para o ensino nas engenharias. O curso E3M preenche essa lacuna.

3) Você vai entender a tecnologia existente nos diversos dispositivos tecnológicos contemporâneos: Todos usamos equipamentos e gadgets de última geração, baseados em elementos da física contemporânea. No entanto, quase ninguém sabe o que existe lá dentro. O curso E3M explica e discute os efeitos quânticos em micro e nano-dispositivos, que possibilitam a tecnologia embarcada nesses tantos equipamentos.

4) Você vai ter assuntos-cabeça para conversar com os amigos. E o melhor, vai entender do que está falando: A maioria das pessoas que fala da teoria da relatividade e de mecânica quântica não sabe o que são. O E3M conta passo-a-passo história, potencial, curiosidades e futuro.

5) Você vai entender quem foi Albert Einstein e suas contribuições científicas: Pouca gente sabe a real importância de Einstein para o desenvolvimento científico e tecnológico do mundo atual. O E3M mostra toda sua trajetória.

6) Você vai entender profundamente sobre vários dos processos que são superficialmente abordados na mídia: Televisão, revistas e mesmo e livros de divulgação científica descrevem superficialmente como alguns processos ocorrem. O E3M aprofunda nos “porquês” da gravidade, distorções espaço-temporais, E=mc2, estrelas de nêutrons, supernovas, buracos negros, expansão acelerada do Universo.

7) Você vai aprender física livre de traumas com equações complicadas: Muitas pessoas fogem da beleza da física por medo das equações. O E3M discute conceitos, em vez de matemática. Usa a estética subjacente, entrelaça fatos harmônicos do Universo com muito encanto e sem espanto.

8) Na hora do coffee break você poderá conhecer os colegas, dialogar com os professores e se deliciar com quitutes especialmente preparados para o curso: na Über Trends a hora do intervalo é levada com seriedade. A cada dia um lanchinho especial é preparado com carinho a atenção para tornar a sua exeriência de apendizado ainda mais gostosa.

9) No último encontro alguns participantes também são convidados a falar: ao contrário do modelo de ensino tradicional, no curso E3M os participantes têm a oportunidade de mostrarem o que sabem, a partir de palestras no último dia de aula. Assim, há um maior intercâmbio de conhecimento entre professores-participantes, em uma oportunidade única de troca de conhecimento e com uma confraternização ao final.

10) O curso já existe há mais de 20 edições e são recorrentes participantes que voltam para fazer o curso outra vez. É isso mesmo! O curso Einstein no Terceiro Milênio já se tornou um clássico. E por mais que pareça loucura, é alta a quantidade de participantes que gostam tanto, que retornam para fazer o curso outra vez!

Se inspirou? Conheça o programa completo do curso Einstein no Terceiro Milênio e inscreva-se.

* A Über Trends é um laboratório de pesquisa em tendências e um espaço para o florescimento do conhecimento a partir de cursos inspiradores. Conheça nossos serviços.

 

 

Entenda o que é Trend Hunting

E saiba por que a arte de desvendar tendências não é mera adivinhação

* Por Suzana Cohen

Trend Hunting é uma área que tem estado em voga e é difícil escaparmos do termo. Fala-se a todo momento das cores que serão a tendência do próximo ano, a tendência da nova estação, o que é cool e o que não é mais, quais os gadgets tecnológicos que dominarão o cenário nos anos vindouros ou os hábitos de consumo que estão mais em voga. No entanto fala-se pouco de como é possível dar uma aplicação prática a todas essas previsões. É raro também saber o que está por trás de tanta previsão e de como elas são feitas. Afinal, a arte de prever tendências não é trabalho de adivinhação, mas o resultado de pesquisas fundamentadas. Trata-se de uma área do conhecimento interdisciplinar vinculada à antropologia do consumo, à sociologia, ao marketing e a outras áreas afins.

A identificação de tendências pode trazer inúmeros benefícios a empresas de diversos setores. O produto final de um relatóro de tendências tem por objetivo ajudar empresas no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

No entanto, quando se aplica o trend hunting sem embasamento, o trabalho é de risco, na base do acerto e do erro. Muitas das vezes confunde-se tendência com modismo (ou fad, em inglês) e isso, se não devidamente mapeado, pode virar um tiro no pé.

A tendência, tem uma vida mais longa, podendo ser macro ou micro. Porém perene. A tendência segue um caminho que há probabilidade de ser alcançado. O Modismo é tipo fogo de palha. Pega rápido, mas vai embora na mesma velocidade.

Trend Alert!

Exemplo de trabalho de observação em Trend Hunting. Coletânea de fotos sobre comportamento do turista na Europa.

E quem é o trend hunter e como é o seu trabalho? O trend hunter ou coolhunter precisa ser aquela pessoa mais antenada que as outras, que transita em diferentes círculos sociais, que não está amarrada a conceitos pré-estabelecidos e está aberta à experimentação, tendo uma capacidade grande de captar pistas de cenários vindouros. É trabalho do Trend Hunter agrupar metodologia, bibliografia relevante, trabalho de campo e observação, bagagem cultural densa, pesquisas online, ferramentas de monitoramento, e, porquê não, intuição – para se chegar ao produto final, que são os relatórios de tendências.

Para tanto, é importante entender o perfil de diferentes consumidores e qual o ciclo de difusão das tendências. Existem fatores que serão relevantes para cada área de pesquisa. Na busca por tendências gastronômicas, por exemplo, o trend hunter deverá levar em consideração fatores culturais, da agricultura, dos chefs de cozinha e da saúde, para o adequado mapeamento do que vem por aí em termos de sabores. Já na análise de tendências de tecnologia, é importante se considerar a curva da inovação e estar atento ao padrão dos inovadores, além de acompanhar o caminho traçado pela ciência em termos de possibilidades, aliando a demanda dos simples mortais, ou seja: os seres humanos de um modo geral.

Em suma, a atividade de trend hunting é a profissionalização da busca incessante pelo novo de uma forma que reverta de maneira positiva – e lucrativa – às empresas.

Essa atividade te instiga? Conheça 15 elementos para serem levados em conta para se tornar um trend hunter.

*A Über Trends oferece cursos à distância de Trend Hunting. Saiba mais.

saiba o que é trendhunting

Suzana Cohen é trend hunter na Über Trends

* Suzana Cohen é publicitária, Mestre em Lingüística (discurso publicitário virtual x impresso), fundadora da Über Trends – Laboratório de Tendências e Comunicação Digital, e certificada em Trend Hunting pela Central Saint Martins – University of the Arts, de Londres. Tem mais de 10 anos de experiência com comunicação online e corporativa, sendo professora do Centro Universitário UNA de cursos de graduação e de de pós graduação de disciplimas relacionadas às novas mídias e publicidade interatival. Além de suas atividades acadêmicas, dedica-se à pesquisa em tendências de consumo na Über Trends.

 

 

 

 

 

15 elementos para você se tornar um Trend Hunter

Fizemos uma coletânea que vai te ajudar a saber se tem tino para ser um coolhunter

O Trend Hunter deve:

1) Ser überdescolado-hiperconectado-e-ter-a-mente-aberta-ao-novo: afinal, quem está mirando as tendências tem que saber achar o seu alvo. Para isso, é importante conhecer diferentes tipos de pessoas e saber identificar novidades interessantes;

2) Conhecer as curvas de inovação e perfil de consumidores: Você sabe a diferença entre um inovador, um early adopter, o mainstream e os retardatários? Conhecer a alma do comsumidor é elemento-chave para mapear o percurso das tendências. Para isso, você tem que estar a par da curva da imovação e outras teorias semelhantes;

3) Estar atento às pessoas – antes de mais nada – para depois observar coisas: afinal, as tendências geralmente brotam a partir de apropriações/demandas das pessoas;

4) Observar os fluxos da alta cultura à cultura popular e da cultura popular à alta cultura: Hoje em dia não existe um caminho certo para o fluxo das tendências. Elas podem tanto surgir de cima para baixo, quanto de baixo para cima, na escala de sofisticação/ popularidade/ passarelas / rua;

5) Saber que a arte de descobrir o que é cool, faz com que o cool dê um passo à frente. Isso quer dizer que o que é genuinamente cool geralmente não é massificado. O massificado não é tendência: não caia no erro de considerar tendência o que já está notável no mercado / ruas / shoppings. O tendência é a antecipação do que vem por aí.

6) Ter muita intuição, percepção e transpiração: um sexto sentido para captar e farejar o novo é indispensável. Mas isso se adquire estudando, tendo bagagem cultural e observando, muito;

7) Estar atento às necessidades humanas básicas e desejos do consumidor, comparando o que eles querem com o que eles de fato têm: o consumiror dá pistas de suas necessidades e as empresas buscam isso para o desenvolvimento de produtos e soluções. Acompanhar esse linha de raciocínio ajuda um bocado;

8) Analisar canais de mudanças maiores – de longo prazo na sociedade – e pontuais (ex: lançamento de uma tecnologia específica, um acontecimento político, incidentes ambientais etc): essas mudanças exercem impactos na sociedade. Estar atento a elas pode indicar possíveis cenários e soluções;

9) Saber usar a internet como uma ferramenta poderosa de pesquisa e catalogação de fontes: Afinal, a internet tá dá a faca e o queijo para descobrir o novo. Mas para tanto, é preciso saber pesquisar e identificar o que realmente interessa, em meio a uma vastidão de informações;

10) Saber extrair e interpretar dados relevantes de ferramentas de monitoramento: As ferramentas de monitoramento podem te dar pistas importantes na pesquisa virtual. Mas sem saber interpretar os dados, não se vai longe;

11) Estar perenemente atento a manifestações artísticas e culturais: As tendências têm uma predisposição em aparecer primeiro na arte e na cultura. Esteja atento ao que acontece ao seu redor. Você vai começar a ver o mundo de outro referencial;

12) Ter conhecimento de diversas metodologias de trend hunting, sabendo compará-las e adequá-las à sua demanda: para cada demanda uma ação. A metodologia deve ser aplicada caso a caso, mas para tanto é com conhecer as possibilidades;

13) Ter uma vasta bagagem de leitura e conhecimento geral: Esse item se parece com o âmbito artístico. Quanto mais bagagem cultural tiver, mas fácilmente detectará padrões/repetições;

14) Interagir e circular em diferentes grupos sociais, estando atento a padrões, comportamentos e ao novo: quanto mais diversificada for sua rede de contatos, melhor. O verdadeiro trend hunter não convive somente entre seus pares, ele precisa estar aberto e atento ao que acontece em diferentes grupos;

15) Estar disposto a não desligar da atividade de trend hunting nunca: As pistas estão por toda parte, a todo momento. É um trabalho incansável e que não para nunca, nem no momento de descanço.

Vai encarar?

*Conheça os cursos de Trend Hunting da Über Trends.  

Leia esse artigo da Suzana Cohen e entenda o que é trend hunting.

Novas turmas de física para não especialistas

A Über Trends abre as matrículas para as novas turmas dos cursos  Einstein no Terceiro Milênio e Teoria da Relatividade Geral. Ambos fazem parte da programação do Ano Internacional da Luz (UNESCO).

Após o sucesso dos cursos de física da Über Trends para não especialistas na programação do ano Internacional da Luz, organizado pela UNESCO, estamos abrindo novas turmas para os cursos Einstein no Terceiro Milênio e Teoria da Relatividade Geral. Os cursos de educação continuada estão pevistos para acontecer nos meses de maio e junho. Uma nova edição do curso de Introdução à Astrofísica está prevista para o segundo semestre. As aulas serão na sede da Über Trends, na região centro-sul de Belo Horizonte. Todos os três cursos são voltados para pessoas que admiram a beleza e harmonia do Universo.

O curso Einstein no Terceiro Milênio  está em sua quinta edição na Über e tem sucesso de público desde sua criação na UFMG (o curso já ocorreu mais de 20 vezes por lá). Agora ele vai para a 5a edição na Über com todo o conforto e descontração de nossa infraestrutura. Este programa aborda com profundidade, simplicidade, elegância e poucos rudimentos de matemática os principais assuntos da Física Contemporânea que permeiam a Ciência, Tecnologia e Cosmologia do Século XXI. Trata-se de um curso voltado para pessoas que apreciam a beleza e harmonia do Universo e querem entender o funcionamento do micro e do macrocosmos. Fazem parte da metodologia demonstrações, animações e argumentos estéticos. Criado e Coordenado pelo Prof. Aba Cohen Persiano, o curso é dividido em teoria (ministrada pelo Prof. Aba) e palestras com convidados que falam sobre temas de grande interesse na atualidade. Serão ao todo 8 encontros semanais (2 meses), de 3 horas cada, sempre às terças-feiras. Investimento R$560,00. Nível exigido: superior completo de qualquer área. Veja o programa completo aqui.

Já o curso Teoria da Relatividade Geral (TRG) terá duração de 1 mês (4 encontros de 3 horas a cada semana) e será apresentado por doutores em Física, especialistas em sub-temas específicos da TRG. Dentre os temas abordados estão:  história da evolução da TRG, aplicações na Astrofísica, fundamentos matemáticos, aplicações no sistema GPS, buracos negros, Big Bang e expansão acelerada do Universo. As aulas serão sempre às quintas-feiras, valor R$400,00. *Atenção: o nível exigido dos candidatos ao curso TRG é o superior completo e que tenham conhecimento prévio dos fundamentos da Teoria da Relatividade Restrita (TRR de 1905) e da TRG, como – por exemplo – os ex-alunos do curso E3M; os alunos também devem ter familiaridade com a geometria euclidiana, derivadas e cálculo diferencial. Veja o programa completo aqui.

Ainda tem dúvidas? Veja 10 motivos para você fazer o curso Einstein no Terceiro Milênio.

Matrículas

As matrículas para os dois cursos encontram-se abertas. Inscreva-se aqui!

Sobre o Ano Internacional da Luz

O ano de 2015 foi declarado pela UNESCO como o Ano Internacional da Luz (International Year of Light – IYL), com o objetivo de destacar a importância da luz e das tecnologias óticas para o homem, para o seu futuro e para o desenvolvimento da sociedade. Inúmeras atividades estão sendo planejadas ao redor do planeta, dirigidas a audiências de todas as faixas etárias e de todos os níveis culturais.

A proposta da UNESCO de celebrar o ano da Luz se deve à 2015 se comemorar o aniversário de grandes feitos científicos relacionados à luz. Os dois cursos ofertados pela Über, em suas segundas edições de 2015, fazem parte da programação oficial do evento. A Über Trends participa do Ano da Luz desde março, quando foram ofertados esses dois cursos e o de Introdução à Astrofísica. Uma segunda edição deste último curso está prevista para o segundo semestre. Todos os cursos tiveram sucesso de público, com as turmas esgotadas.

Saiba mais sobre o IYL aqui.

Informações

tel: 31 3234-3376
[email protected]